Sobre a Pulse

Como a Pulse chegou a mais de R$ 150 milhões investidos em mídia?

Por Richard Teodoro 9 min de leitura
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Quem vai contratar uma agência de tráfego pago costuma olhar primeiro para os resultados. Faz sentido. Mas, antes de assinar, quase sempre aparece outra pergunta: quem são as pessoas que vão cuidar do dinheiro de mídia da empresa?

É uma pergunta justa. A agência mexe na verba, na imagem da marca e, muitas vezes, no ritmo do comercial.

Por isso resolvi contar aqui a história da Pulse. Do jeito que ela aconteceu, com o que está documentado e com o que mudou no caminho.

Como a história da Pulse começou?

Antes do marketing, eu cursei Direito. Fui até o sétimo período e parei.

O recomeço profissional veio em Portugal, em trabalhos bem distantes de anúncio, de venda ou de estratégia de empresa.

Foi lá que conheci o tráfego pago. Comecei a estudar o assunto e, em cerca de uma semana, fechei os dois primeiros clientes.

Esse foi o começo como prestador de serviço. A empresa veio depois.

A Pulse foi idealizada por mim e pelo Gabriel Calixto, meu sócio, e tem 2021 como ano de fundação. Em julho de 2023, a empresa passou a operar com a pessoa jurídica que tem hoje, a Pulse Lucratividade Digital.

A sociedade juntou duas competências diferentes. Eu vinha do crescimento comercial: prospecção, negociação, posicionamento e oferta. O Gabriel vinha da execução operacional: organizar a entrega, acompanhar a performance e cuidar da qualidade do que chega ao cliente.

Essa divisão marcou a forma como a Pulse foi construída. Uma agência precisa conquistar o cliente e depois cumprir o que combinou com ele, e cada um de nós ficou mais perto de um desses lados.

O nome também tem um porquê. Pulse vem de pulsação, de movimento, de continuidade. A ideia é que a lucratividade é o que mantém uma empresa viva e com fôlego para crescer. O slogan da marca diz isso de forma direta: "Fazemos o seu negócio pulsar lucratividade através dos anúncios online".

Por que a Pulse deixou de olhar só para o anúncio?

No começo, o trabalho era o que se espera de uma agência de tráfego pago. Planejar campanhas, configurar as contas, testar criativos e públicos, otimizar e mandar relatório.

Isso continua no centro do que a gente faz, em canais como Meta Ads, Google Ads, YouTube Ads, TikTok Ads, LinkedIn Ads e Pinterest Ads, conforme o que faz sentido para cada projeto.

Só que, com o tempo, um padrão começou a se repetir.

A campanha trazia os contatos. O lead chegava. E o dinheiro começava a se perder depois disso. Resposta demorada, follow-up que não acontecia, conversa espalhada entre WhatsApp e planilha, e ninguém conseguindo dizer quantos daqueles leads tinham virado venda.

O relatório de mídia mostrava um número bom. O caixa contava outra história.

Uma coisa que aprendi nesses anos: CPL baixo não quer dizer lead bom. CPL é o custo por lead, quanto a empresa paga por cada contato que chega. E ROAS alto, que é o faturamento dividido pela verba de mídia, não quer dizer lucro.

Foi assim que a operação de anúncios virou, para a gente, uma porta de entrada. Ela mostra onde a empresa perde oportunidade. E muitas vezes esse ponto fica depois do clique, no atendimento, na qualificação ou no acompanhamento da proposta.

Entre 2024 e 2025, a Pulse mudou de posicionamento. Saímos do modelo de agência de tráfego tradicional e passamos a integrar marketing, CRM e processo comercial no mesmo trabalho.

Na prática, isso trouxe para dentro da Pulse um tipo de entrega que vai além da campanha: diagnóstico do atendimento, desenho do funil, etapas do CRM, scripts, cadência de follow-up, critério de qualificação e rotina de gestão do comercial.

A análise passou a seguir o caminho inteiro do cliente: anúncio, lead, atendimento, qualificação, reunião ou proposta, negociação, venda e receita.

E uma regra ficou. Antes de dobrar a verba, vale entender quantos leads entraram, quantos foram atendidos, quantos estavam qualificados, quantos compraram, quanto custou cada venda e se a operação dá conta de mais demanda. Aumentar o orçamento sem aproveitar os leads que já chegam pode só aumentar o desperdício.

Escrevi com mais detalhe sobre esse trecho entre o lead e a venda no artigo Sua empresa gera leads, mas não vende? Veja onde investigar.

Como a Pulse se organizou para crescer?

Atender mais empresas pediu uma casa mais organizada.

Em junho de 2024, a equipe já estava dividida entre direção, coordenação, mídia, dados, projetos e relacionamento. Naquele ano, os gestores de tráfego passaram a trabalhar em duplas, dentro de células com apoio de CS, o time de sucesso do cliente.

Nessa estrutura, cada frente tinha um papel claro. A coordenação validava a estratégia, supervisionava as contas e apontava riscos. Os gestores criavam, testavam, otimizavam e reportavam. Projetos e CS cuidavam do onboarding, das demandas e do relacionamento. O comercial ficava com o diagnóstico, a proposta e a negociação.

Uma estrutura assim existe para o cliente saber quem cuida de quê e o que está acontecendo com a conta dele.

O site da Pulse fala em feedbacks e relatórios semanais. A intenção é dar visibilidade, para o empresário entender as decisões que foram tomadas, e não só receber um número no fim do mês. Três pilares guiam esse trabalho: comunicação, relacionamento e resultado.

Na tecnologia, a Pulse já trabalhou com ferramentas de mercado, como o Kommo no CRM e o ClickUp na gestão das demandas. Em 2026, começamos a desenvolver ferramentas próprias: um CRM da Pulse, uma central para reunir as conversas de atendimento e painéis para a liderança acompanhar as contas. A ideia é depender menos de soluções de fora e enxergar melhor o caminho de cada lead.

O que os resultados históricos da Pulse mostram?

O site da Pulse reúne 12 cases públicos. Eles estão na página de cases e passam por mercados bem diferentes entre si.

Antes dos números, um cuidado. São resultados históricos, divulgados à época de cada projeto, e não promessa de repetição. Quando o número é de faturamento, ele não mostra margem, custo do produto nem custo do time. Faturamento não é lucro.

Alguns exemplos:

  • Vilarejo Acabamentos, e-commerce de materiais de construção e acabamentos: redução de 65% no custo de aquisição de clientes, 6 meses seguidos batendo a meta de lucratividade digital e alcance de mais de 2 milhões de pessoas por mês.
  • Mundial Acabamentos, varejo de materiais e acabamentos: a meta geral de todas as lojas foi superada em 10% no mês de novembro.
  • Zerando Chile, turismo: mais de 1.200 leads em novembro, um crescimento de 530% em relação ao início do projeto, em março.
  • Parque Thermas, lazer e entretenimento: alcance de mais de 4 milhões de pessoas, com recorde de faturamento mensal e de ROAS nas ações realizadas.
  • RZ Turismo, lançamento de um cruzeiro para o Alasca: R$ 10.725,37 de investimento em mídia e quase R$ 1 milhão de faturamento, com ROAS de 89,50.
  • Você na Defensoria, preparatório para carreiras públicas: R$ 17.333,21 de mídia e R$ 668.328 de faturamento no primeiro lançamento, com ROAS de 38,56.
  • Chanty Beauty, produtos de beleza: R$ 7.868,80 de mídia e R$ 41.419,40 de faturamento numa campanha de fim de ano, com ROAS de 5,26.

Fiz questão de colocar o ROAS de 5,26 perto do de 89,50. Um lançamento de cruzeiro e uma campanha sazonal de beleza têm ticket, margem, tempo de decisão e base de clientes completamente diferentes. Comparar os dois só pelo ROAS diria pouco sobre qual projeto foi melhor.

Cada um desses números dependeu de mais coisa do que a campanha. Dependeu da oferta, do ticket, da base de clientes que já existia e de como cada empresa atendia quem chegava. Por isso eles servem para mostrar experiência em segmentos diferentes, e não como régua para outra empresa.

Quem está à frente da Pulse?

A Pulse tem dois sócios fundadores, e cada um cuida de um lado da empresa.

Eu sou cofundador e CEO. Fico com a direção estratégica e comercial: diagnóstico, negociação, criação de ofertas, posicionamento, parcerias e a parte administrativa e financeira. Também cuido dos conteúdos e das mentorias.

Ao longo do caminho, também me tornei mentor do Subido, programa de ensino de tráfego pago. Até agosto de 2026, somei mais de 500 horas de consultorias individuais, sobre temas como tráfego para negócios locais, CRM e vendas, análise de indicadores, liderança e retenção de clientes.

O Gabriel Calixto é cofundador e atua na direção operacional. Ele participa da estruturação dos processos, do acompanhamento de performance e do desenvolvimento das equipes que cuidam das estratégias dos clientes.

No dia a dia, enquanto eu olho para o crescimento e para o comercial, o Gabriel olha para a qualidade da entrega e para a capacidade da operação. Essa complementaridade é parte do que sustenta a Pulse até aqui.

O que a Pulse é hoje?

Hoje a Pulse se apresenta como uma assessoria de performance. Ajuda empresas a atrair oportunidades qualificadas, melhorar os processos comerciais e transformar o investimento em marketing em crescimento que dá para medir.

A atuação inclui gestão de tráfego pago, assessoria estratégica de marketing, estruturação comercial, CRM, landing pages, estratégia de criativos e consultoria. Cada projeto define quais dessas frentes entram. Os detalhes estão na página de serviços.

A Pulse atende empresas brasileiras e também empresas de fora do Brasil. Os cases públicos passam por turismo, varejo, e-commerce, educação, beleza, entretenimento e lançamentos digitais.

Os números da nossa história, publicados na página Sobre do site: mais de R$ 150 milhões investidos em mídia, mais de 120 projetos atendidos e clientes em 13 países, entre eles Brasil, Portugal, Espanha, França, Suíça, Holanda e Reino Unido. Esse valor soma a verba que os clientes investiram nas plataformas de anúncio, em contas geridas pela Pulse. Não é o faturamento da Pulse.

Prefiro que o tamanho da Pulse apareça no que dá para conferir. Além desses números: operação desde 2021, dois sócios dentro da empresa, uma equipe organizada por especialidade, 12 cases públicos em mercados bem diferentes e clientes no Brasil e fora dele.

Para onde a Pulse está indo

O caminho dos últimos anos aponta numa direção só: a Pulse está se firmando como assessoria de marketing e vendas, e não só como gestora de anúncios.

As ferramentas próprias fazem parte disso. Um CRM pensado para a forma como a Pulse trabalha, uma central que junta as conversas de atendimento e painéis que mostram para a liderança o que está acontecendo em cada conta.

A forma de começar um projeto também segue a mesma lógica. Antes de falar em aumentar o investimento em anúncios, a conversa passa por entender como a empresa capta oportunidades hoje e o que acontece com cada contato até a venda. Quem quiser conhecer melhor a empresa e o time encontra mais na página Sobre.

A história da Pulse começou num anúncio. Ela continua no que acontece com cada lead depois dele.

Fontes

Perguntas frequentes

Quando a Pulse foi fundada?

A Pulse tem 2021 como ano de fundação, informado no seu perfil institucional no LinkedIn. Foi idealizada por Richard Teodoro e Gabriel Calixto, e a pessoa jurídica atual, Pulse Lucratividade Digital, foi aberta em julho de 2023.

A Pulse é só uma agência de tráfego pago?

A gestão de tráfego pago continua no centro do trabalho, mas, entre 2024 e 2025, a Pulse passou a integrar marketing, CRM e processo comercial. A análise acompanha o caminho do anúncio até a venda: atendimento, qualificação, proposta, negociação e receita. Quais frentes entram em cada projeto depende do escopo contratado.

Quais resultados a Pulse já teve?

O site reúne 12 cases públicos, tratados como resultados históricos. Entre eles, a redução de 65% no custo de aquisição de clientes da Vilarejo Acabamentos e os R$ 668.328 de faturamento do primeiro lançamento do Você na Defensoria, com R$ 17.333,21 de mídia. São números de projetos específicos, e faturamento não é lucro.

A Pulse garante resultado?

Não. O desempenho depende do mercado, da oferta, do investimento, da concorrência e da capacidade comercial de cada empresa. A Pulse planeja, acompanha e otimiza as campanhas, mas não promete faturamento nem quantidade de leads. Os cases mostram o que já aconteceu, e não o que vai acontecer.

Quem são os fundadores da Pulse?

Richard Teodoro, cofundador e CEO, que cuida da direção estratégica e comercial, e Gabriel Calixto, cofundador, que atua na direção operacional, com foco em processos, performance e desenvolvimento das equipes.

Richard Teodoro
Escrito por

Richard Teodoro

Fundador da Pulse Lucratividade

Há mais de 4 anos ajudo donos de empresa a descobrir onde o crescimento trava antes de investir mais. Mais de 100 empresas atendidas e mais de R$ 93 milhões geridos em mídia paga.

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